Para nós, pensar na palavra pão é sinônimo de matar a fome, seja ele com mortadela ou com manteiga, lá está o pãozinho na mesa de inúmeras pessoas.

Ao longo da história, no entanto, tem muita gente que encara o pão mais do que um alimento saboroso. Nos países mediterrâneos, como a Itália e a Grécia, por exemplo, o pão era assado em formas de flores, animais, anjos, e vários outros símbolos tradicionalmente feitos para comemorar os feriados religiosos.
Hoje em dia muitos artistas, tem escolhido o pão como matéria-prima principal para sua arte.


Em 2004, o estilista Jean Paul Gaultier juntou uma retrospectiva de sua obra em Paris, chamada de “Pain Couture”, na qual ele mostrou várias peças de alta costura inteiramente feitas de pão dizendo: “Podemos viver sem roupas, mas não sem pão!”.



Sharon Baker é uma artista britânica que tem usado muitas vezes o pão como material de sua arte, criando diferentes partes do corpo. Em 2006, a artista assou um corpo em tamanho real, uma réplica do seu corpo, em seguida, convidou uma platéia de curiosos para comer sua arte, enquanto ela assistia. Arte e canibalismo?

Uma outra artista também utilizou pães para expressar sua arte, a chilena Constanza Puente também criou uma estátua de pão. A escultura era uma réplica de si mesma, em seguida, deixou a escultura de pão sentada em um banco do parque onde ela frequentava.
Ambos os artistas dizem que o pão serve como uma metáfora perfeita para a fragilidade do corpo humano.

Talvez a arte mais assustadora e realista de todas são os trabalhos de Kittiwat Unarrom, um artista tailandês que cria surpreendentes partes do corpo humano na padaria de sua família em uma pequena aldeia perto de Bangkok.
Mãos e pés são empilhados em prateleiras ou pendurados em ganchos de carne e, para ficar mais bizarro, as cabeças são embrulhadas em plástico expostas no balcão.

Unarrom afirma que apesar dos pães serem horríveis, eles são comestíveis e saborosos. Imagine o choque dos agricultores tailandeses que chegam com fome na padaria e encotram um corpo fatiado no expositor? Arte bizarra!
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